O projeto “Estruturação e Fortalecimento da Cadeia Produtiva de Sementes Nativas e Restauração Florestal na Paisagem Serra do Urubu-Murici” foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), em parceria com o WWF-Brasil e a SAVE Brasil, no âmbito do Projeto Mata Atlântica do Nordeste.
O objetivo principal foi criar e estruturar um grupo de coletores de sementes, buscando ampliar as ações de restauração florestal com o envolvimento dos atores locais. As principais atividades realizadas foram a mobilização e o engajamento de coletores de sementes, a realização de cursos práticos sobre restauração da Mata Atlântica, a implantação de uma estrutura simples para armazenamento de sementes e o fornecimento de suporte técnico contínuo para a gestão e aprimoramento das coletas.
Essa iniciativa pioneira busca atender à crescente demanda por sementes nativas no mercado local, fortalecendo a cadeia produtiva da restauração florestal e gerando benefícios econômicos para coletores de sementes de base comunitária. Durante o projeto, pessoas da zona rural e de comunidades tradicionais foram identificadas e capacitadas para atuar na coleta de sementes, além de serem equipadas com ferramentas e uma unidade para armazenar as sementes coletadas antes da comercialização.
Fundada no ano 2000, o CEPAN é uma instituição privada sem fins lucrativos, que atua no planejamento, coordenação e execução de projetos de conservação da biodiversidade, pautada pela missão de gerar e divulgar soluções estratégicas para a conservação da biodiversidade mediante ciência, formação técnica e diálogo com a sociedade. O trabalho do CEPAN é direcionado pelos seguintes programas: Valoração do Capital Natural, Apoio à Conservação da Fauna e Flora, Indução e Implementação de Políticas Públicas Ambientais e Conservação de Áreas Costeiro Marinho.
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Um grupo de 25 pessoas, provenientes de zonas rurais e comunidades tradicionais, foi treinado e equipado para atuar como coletores de sementes em 5 municípios (Lagoa dos Gatos, São Benedito do Sul, Panelas, Belém de Maria e Maraial).
Um grupo de 25 pessoas, provenientes de zonas rurais e comunidades tradicionais, foi treinado e equipado para atuar como coletores de sementes em 5 municípios (Lagoa dos Gatos, São Benedito do Sul, Panelas, Belém de Maria e Maraial).
O projeto identificou 48 espécies da Mata Atlântica de interesse para a coleta de sementes, sendo que a rede de coletores Maracajá Sementes Nativas tem o potencial de coleta de 1.371,9 kg de sementes por ano.
O projeto identificou 48 espécies da Mata Atlântica de interesse para a coleta de sementes, sendo que a rede de coletores Maracajá Sementes Nativas tem o potencial de coleta de 1.371,9 kg de sementes por ano.
Em apenas 2 meses, a Rede Maracajá comercializou o seu primeiro pedido de sementes, com o total de 53,5 kg de sementes de 8 espécies diferentes, gerando uma receita média de R$450 por coletor, beneficiando 8 participantes, sendo 4 homens e 4 mulheres.
Em apenas 2 meses, a Rede Maracajá comercializou o seu primeiro pedido de sementes, com o total de 53,5 kg de sementes de 8 espécies diferentes, gerando uma receita média de R$450 por coletor, beneficiando 8 participantes, sendo 4 homens e 4 mulheres.
O projeto foi concluído no início de 2024, alcançando resultados expressivos. Ao longo de sua execução, 25 pessoas de zonas rurais e comunidades tradicionais foram capacitadas e equipadas para atuar como coletores de sementes em cinco municípios, divididos em sete núcleos de coleta. Um dos grandes destaques foi a criação da Rede Maracajá, a primeira rede de coletores de sementes florestais da Mata Atlântica no Nordeste, acima do Rio São Francisco. O projeto identificou, junto aos coletores, 48 espécies de interesse para coleta, sendo que a rede possui um potencial anual de 1.371,9 kg de sementes. Em apenas dois meses, a rede comercializou 53,5 kg de sementes de oito espécies diferentes, gerando uma receita média de R$450 para cada um dos oito coletores envolvidos, incluindo quatro homens e quatro mulheres.
O primeiro pedido de sementes foi destinado a uma ação de semeadura direta na Paraíba, como parte do Programa de Restauração Florestal do Cepan, abrangendo aproximadamente 5 hectares no Corredor Ecológico Pacatuba-Gargaú, uma área emblemática da Mata Atlântica paraibana. Essa iniciativa inovadora visa atender à crescente demanda por sementes nativas, fortalecer a cadeia produtiva da restauração florestal e gerar benefícios econômicos para comunidades tradicionais.
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